Ser humano ou máquina: quando usar cada um deles?

Gestão
Postado por itix |

18 Jul, 2019

Trabalho há muitos anos na área de TI e quando pensamos em programação e programas de computador, estamos falando de automações. É um conceito muito simples, pois programas são automações de trabalhos manuais e repetitivos. Um bom exemplo é a fábrica que tem um funcionário para apertar parafusos na linha produção e quer automatizar esse processo. Para isso é preciso criar uma máquina ou programa que aperte o parafuso.

O computador vai apertar este parafuso milhares de vezes e é preciso na tarefa, além de ser muito mais rápido e eficiente em comparação com seu concorrente humano.

Sempre me deparei com muitas empresas em que as pessoas estavam nos lugares das máquinas e as máquinas estavam nos lugares das pessoas. Como mudar isso?

É simples, embora exija bastante energia. Se você tem um processo que exige repetição, escolha uma máquina para fazê-lo. Porém, se é um processo que exige não só tomada de decisão complexa, mas criatividade, é aqui que o humano é muito bom e vai passar por cima da máquina um milhão de vezes. Os humanos são criativos. As máquinas repetem.

É claro que não estou considerando a nova leva de IA, que evolui a cada a dia, mas máquinas simples. Um processo sem tomada de decisão deve ser de uma máquina e quando a decisão precisa ser pouco ortodoxa com a necessidade de evoluir com o tempo, buscando novas alternativas, um humano é necessário.

Olhe para a sua empresa e para o seu ambiente de trabalho para identificar melhor as funções que humanos fazem, mas que máquinas deveriam estar fazendo. E quais as funções as máquinas estão fazendo, mas que deveriam estar nas mãos de humanos.